quarta-feira, agosto 09, 2017

União Postal Universal, UPU, acordo pra inglês ver!

Como se diz quando alguém apresenta uma solução fajuta, de fachada, ..."é pra inglês ver".

A UPU, União Postal Universal, organização internacional de serviços postais, é composta por empresas de serviços postais de cerca de 190 países. 

Entre eles, o Brasil com os Correios.

Há uma intenção desta organização internacional que promove a coordenação entre os serviços postais, dos diferentes países membros, em promover a qualidade de vida dos trabalhadores dos serviços postais em todo mundo.

Aí é que entra a frase: ... pra inglês ver.

Pois é bem assim que os Correios no Brasil, estão promovendo a qualidade de vida de seus funcionários.

Há alguns anos, vem contribuindo para destruição do Postalis, a caixa de previdência dos funcionários dos Correios.

Começou com um empréstimo de mais de UM BILHÃO DE REAIS, que em pouco tempo, deixou de ser reconhecido. 

Hoje um trabalhador aposentado, que contribuiu com o Postalis, tem de devolver mais de um quarto da complementação que teria direito, para cobrir o rombo de sua caixa de previdência. Graças inclusive a esse, suposto acordo pra inglês ver.

Também a direção da empresa já consumiu com a PLR, a participação nos lucros, através das sucessivas más gestões, e que resultaram numa contabilidade onde os trabalhadores sem ter acesso, são obrigados a crer que não tem nada a receber como participação nos  lucros.

Agora em episódio recente, esse acordo para promover a qualidade de vida, dos funcionários dos serviços postais, aqui no Brasil, está prestes a ganhar mais um artigo: A tentativa de impor cobrança sobre o plano de saúde, que sempre fez parte dos benefícios da categoria.

Mas não para por aí, Correios brasileiro já estuda outras medidas para subtrair direitos, e assim enquanto na aparência, estaria no acordo internacional para promover a qualidade de vida de seus funcionários, trabalhadores dos serviços postais...  NA PRÁTICA, está promovendo o oposto.

quarta-feira, agosto 02, 2017

Promoção de deputados...

Compre três e pague por dois, liquidação.

Assim vai se mantendo no poder o maior esculacho já visto no país.

A mídia vive reproduzindo a situação econômica, com um enorme rombo nas contas públicas, mas não diz nada sobre os escandalosos abonos, ou perdão de dívidas BILIONÁRIAS do itaú, bradesco e das "teles".

Óbvio que estes são patrocinadores de grande parte da mídia, e assim ninguém se atreve a tocar no assunto.

Para um país que vive supostamente uma situação de rombo nas contas, não se imagina como podem minimizar essa liberação.

Isto leva a crer que o país, é dirigido pelos "capos" da economia, pelo interesse desses gigantescos gananciosos, que pensam unicamente em seus mega interesses.

E a população brasileira, não se inclui nisso.



Dissídio: Trabalhador enfrentando a mídia!



No país da corrupção grande parte dos que tem espaço na mídia gostam de adular o poder, os banqueiros e os "graúdos" da economia.

Assim os trabalhadores que tem dissídio neste segundo semestre, já se preparam para enfrentar não somente a ação patronal dos que amam explorar no limite, como também aquela massa nefasta midiática que enche de mentiras as páginas virtuais.

Agora um tal sujeito vem colocar em destaque os benefícios dos trabalhadores dos Correios, como sendo um exagero. 

Quem publica isto esquece de ressaltar que os salários dos ecetistas SÃO OS MENORES DO SERVIÇO PÚBLICO, em média, um salário mínimo e meio.

Os benefícios são uma forma de completar os baixos salários, uma vez que em dinheiro recusam equiparar os salários ao nível do que seria digno, algo em torno de TRÊS MIL REAIS, segundo o Dieese.

A estatal já vem atacando os direitos dos seus trabalhadores há alguns anos.  O Postalis, já começou o rombo, com um desfalque de mais de um bilhão de reais, em empréstimo não devolvido pela empresa.

Já consumiu com a PLR, a participação nos lucros, consumida pela contabilidade da estatal, e que auditorias independentes não conseguem dados seguros para certificar da real situação.

Agora já sinaliza com a intenção de cobrar pelo plano de saúde, com a finalidade de reduzir mais este benefício.

Assim o trabalhador vai se tornando, cada vez mais uma peça descartável, na qual não se investe para qualidade de vida, apenas a ração básica para suportar a jornada.


Mas quem aceita com tranquilidade que o governo abone uma dívida de 25 BILHÕES DE REAIS do itaú, mais outros bilhões do bradesco.. e outros tantos das "teles"... é capacho do grande capital, e só se presta a contribuir com o esmagamento dos trabalhadores.

Criticar os benefícios dos mais de cem mil trabalhadores dos Correios, diante da situação de baixos salários que convivem é um ato próprio de covardes, que escondem as vantagens dos grandes usurpadores da economia brasileira, e se valem deste apoio para ocupar espaço.