sábado, maio 24, 2014

Pressão

Tudo que envolve essa palavra, já é por si só compreensível, como algo que incomoda.

Um empresa por exemplo, que se utiliza desse método para tentar obter resultado de produção, precisa saber que se trata de um método totalmente ignorante.

Tudo de bom que cresce na natureza, busca a direção do sol, do brilho. Jamais da sombra nem das trevas.

Portanto mapear o futuro de um empreendimento com base em pressão, é tentar empurrar através do medo, da imposição, e não do brilho.

O caminho aparentemente mais fácil, não produz o melhor resultado, ao contrário, ignora as qualidades de quem poderia colaborar mais, numa falha e ignorante tentativa de sugar toda sua potencialidade.

O ser humano, a exemplo das plantas, gosta do sol, do brilho, e se desenvolve muito mais, quando suas aptidões são motivadas, incentivadas, algo a ser descoberto, e trazido à tona com carinho, observação, educação.

A ignorância parece estar no poder, nos negócios, nos empreendimentos, obscurecendo e inibindo talentos e potencialidades.

sábado, maio 10, 2014

Copa do Mundo II : torcer para quem?

Mesmo indignado, como tantos brasileiros com tanto pouco caso em relação à população brasileira, e os gastos obscenos com esse evento, ainda me pergunto: para quem torcer?

Na hora h, vou torcer para a seleção brasileira. 

Esportivamente gostaria da vitória, mas não vou confundir com mais nada.

No campo do desenvolvimento social, tiro o chapéu, para países como o Japão, Coreia do Sul, Alemanha, Inglaterra e tantos outros, que tratam sua população com a maior dignidade. Toda que o ser humano merece, simplesmente por existir.

Nesse aspecto o Brasil perde por goleada, e toda propaganda veiculada em torno do evento, não vai ocupar o espaço dessa gastança desmensurada para exibicionismo, e até um ufanismo: Um nacionalismo que só aparece para tentar mostrar que o Brasil é o melhor. 

Exclusivamente no futebol, mas na administração pública, nas condições de vida, é um dos piores, precisa aprender com outras nações.

Copa do mundo

Não tenho a menor dúvida de que vai acontecer esse evento no Brasil, como já foi decidido há alguns anos.

Essa ilusão propagada em algumas manifestações, chega a ser absurda. 

Acho uma perda de tempo dizer que não vai haver copa. 

Deveríamos empreender energias no sentido de mostrar nossa realidade para o mundo todo, e exigir que os responsáveis pela administração pública, investissem o mesmo na estrutura do país: Saúde, Educação, Transporte.

Sou frontalmente contrário aos grupos que  vem depredando patrimônio público, onde se inclui tudo, principalmente ônibus.
Não é esse o caminho, para protestar, pleitear melhores condições de  vida, é preciso ter acima de tudo, mais educação, que aqueles que realmente vem depredando o futuro do país.

Água deve ser tratada com a devida importância!

Sempre tivemos em excesso, uma fartura aparente, mas não é bem assim e água deveria ser considerada justamente de acordo com sua importância para a vida: simplesmente ESSENCIAL.

Diante do que vem acontecendo em São Paulo,  e da divulgação que a própria empresa responsável pelo abastecimento perde cerca de TRINTA POR CENTO, somente na distribuição, acho que é o momento inclusive do Ministério Público entrar em ação.

A coincidência com o momento eleitoral, pode causar a impressão, de disputa, mas o fato é que a empresa Sabesp, que vem se notabilizando pela terceirização, e pouco zelo com a manutenção de sua rede, deve ser cobrada nas suas responsabilidades.

Não é possível aceitar que uma empresa que tem o dever de oferecer água, desperdice tanto, sem ser cobrada por isso. 

A Sabesp tem obrigação de investir toda sua capacidade financeira na MELHORIA DE SUA REDE DE DISTRIBUIÇÃO. E investigada sobre a possível preferência em investir em ciranda financeira, para aumentar seu capital, deixando de lado sua maior responsabilidade, como já foi divulgado.


segunda-feira, maio 05, 2014

1° de maio, homenagem póstuma...

º de maio - Dia do Trabalhador30/04/2014 | 22:55
Trabalhadores produzem a riqueza do mundo e precisam de dignidade
 
A crise estrutural do capitalismo, desencadeada na década de 1970 e que perdura até os dias atuais, tem imposto aos trabalhadores de todo o mundo perdas de direitos conquistados com suor e sangue. Em vez de ampliar conquistas, trabalhadores estão no campo da resistência para manter o mínimo da dignidade proporcionada pelo trabalho, centro organizador das atividades humanas.

Neste 1º de maio, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) homenageia os trabalhadores do Brasil e do mundo e, em especial, os trabalhadores jornalistas. Lembramos que toda riqueza provém do trabalho e que ele é a garantia das condições de vida das pessoas e de sua dignidade como seres livres.

Por isso, mais uma vez denunciamos todas as formas de precarização do trabalho provocadas pela reestruturação capitalista, como a desregulamentação das relações trabalhistas, as flexibilizações, as terceirizações e as tentativas constantes de desqualificação dos trabalhadores e de suas profissões. Em todo o mundo, os jornalistas são vitimas frequentes deste processo e, assim como os demais trabalhadores, sofrem com a supremacia do lucro capitalista nas atividades produtivas.

Diante da crise e de suas consequências, entretanto, é preciso reagir. Trabalhadores de todas as categorias profissionais devem se organizar para resistir e para avançar. Todos devemos buscar trabalho digno, que significa relações trabalhistas reguladas, jornada respeitada, condições de trabalho adequadas e seguras e salário justo.

...


Viva o 1º de maio como símbolo da solidariedade entre os trabalhadores do mundo! 

Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) 
b>Brasília, 1º de maio de 2014.

sábado, maio 03, 2014

Despedida do Pacaembu

Lugar de tantas glórias para o Corinthians, o estádio do Pacaembu, foi palco de um despedida do timão, justamente contra o Flamengo.

Vitória do timão por 2 x 0, mas a despedida deixou um ar de nostalgia, e de romantismo nos corações corinthianos.

Vamos para casa nova, para um estádio moderno, chamado de Arena Corinthians, grandiosa, magnífica, moderna.

Mas os tempos no futebol são outros, o que se viveu no Pacaembu, foram anos do futebol garra, amor e fidelidade, como possivelmente, jamais se viverá. 

Ao menos não se vislumbra, pois o futebol hoje é essencialmente comercial, tudo é vendido, até um mínimo espaço na camiseta, nas laterais do gramado. 

Um contrato de jogador, inclui tantas cláusulas, que um torcedor jamais poderia imaginar.

Então ficou no Pacaembu as lembranças de tempos de glória, a conquista histórica da Libertadores, e os incríveis momentos românticos, do futebol, da bola de capotão, dos jogadores que entravam com o coração em campo junto com a torcida.

Acho muito desproporcional com a história do Timão dizer simplesmente adeus, mas é a história. 

Prefiro dizer até breve, e quem sabe poder curtir um dia mais uma partida por lá, com o timão. 



Um pássaro desavisado

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A natureza é sabia, mas não alertou essa pobre ave sobre a qualidade das águas do rio PInheiros. Sobrevoou, nadou, e por certo algumas horas depois pode ter morrido com infecção generalizada. 

A natureza também já emitiu inúmeros alertas sobre a necessidade de se preservar as fontes de água. 

O rio Pinheiros na zona sul de São Paulo é só mais uma mostra de como esses alertas tem sido atendidos: com indiferença.