
Contar histórias, reportagens, ou contos, sempre que possível acompanhado de charges ou até fotos. Fatos,crônicas, contos reais ou imaginários podem ser publicados nesta página. SEJA BEM VINDO !
domingo, julho 06, 2008
sábado, junho 28, 2008
quarta-feira, junho 25, 2008
sexta-feira, junho 20, 2008
segunda-feira, junho 16, 2008
Meio ambiente em alerta
A Marina Silva estreou coluna para a Folha de São Paulo dia 09/06...vamos acompanhar???Folha de São Paulo, 9 de junho de 2008.MARINA SILVAEm legítima defesaINICIO MINHA participação neste espaço com enorme sentido de responsabilidade. Tenho a oportunidade diferenciada de usar um dos bens culturais mais preciosos: a exposição de idéias, base para o diálogo. Gostaria de compartilhá-la com os leitores e de, juntos, pensarmos o Brasil e reunirmos forças para ajudar a transformá-lo.Para começo de conversa, trato de um entrave para o crescimento do país: a postura ambígua do Estado frente ao nosso incomparável patrimônio natural.O Estado brasileiro criou medidas de proteção ambiental, muitas vezes em situações difíceis. Esse acúmulo alcança hoje limiar estratégico de inserção da variável ambiental no coração do processo de desenvolvimento. A sociedade entende esse momento, apóia, demanda. Diante disso, o Estado não pode se encolher diante do ponto a que ele mesmo chegou.Movimentos retrógrados, saudosistas do tempo da terra sem lei, fazem pressões e recebem acenos de possíveis flexibilizações. Mas a sociedade bloqueia e restringe esses acordos. A Amazônia é o maior exemplo. A opinião pública mantém o debate, banca o combate ao desmatamento, dá suporte para a manutenção da lei do licenciamento e para a não-flexibilização da legislação ambiental.O certo é que o Estado, em todos os seus níveis, não consegue utilizar o grande capital político de que dispõe para acompanhar o pique da sociedade. Ela cresceu, passou a perceber seus problemas de maneira mais complexa. O Estado cresceu, mas não amadureceu.Há agora uma discussão importante que resume tudo: é preciso dinheiro para implementar as medidas e normas criadas, porém a relatoria ambiental do Orçamento que está sendo discutido no Congresso foi entregue à bancada ruralista, cuja oposição às medidas de combate ao desmatamento é conhecida. Talvez tenha havido uma negociação para assegurar aos aliados a relatoria das agendas de aceleração do crescimento. E o meio ambiente parece não ter tido a mesma prioridade.Boa parte do Estado ainda vê na política ambiental um mal necessário. Fala-se em compatibilizar desenvolvimento e meio ambiente, como se fossem adversários a serem conciliados. O Brasil não tem que compatibilizar, tem que buscar um crescimento econômico cuja concepção já contenha a conservação ambiental. Que não veja as áreas preservadas como partes 'retiradas da produção' e, sim, como imprescindíveis à produção equilibrada e com alguma noção de bem público. Isso é possível? Se não for, para um país que ainda tem 60% do seu território com florestas, então é mesmo hora de aumentamos, em legítima defesa, nosso estado de alerta.contatomarinasilva@uol.com.br
terça-feira, junho 03, 2008
Alerta anti espertinhos..
Reclamei há algum tempo atrás da performance de arrecadação de um blog, pois havia assistido a reportagem na TV Globo sobre pessoas que estariam ganhando dinheiro com publicação de blog, e publiquei um texto com o título "NENHUM TOSTÃO.BLOG.COM'.
É que eu mesmo nunca recebi um único real com a publicação deste, e o faço por convicção do que escrevo, e gosto de publicar o que me der na telha.
Mas existem pessoas que supostamente seriam inteligentes, mas ainda muito crus na sua sabedoria, o que defasa em muito suas inteligencias...
Então minha caixa de entrada de e-mail começou a ser invadida por mensagens medíocres, e textos muito longos escritos em ingês que seriam de um Banco africano, onde existiria uma grande soma em depósito de uma certa família que havia morrido em acidente, e esta grana toda poderia ser minha bastando enviar dados para este diretor de banco...
São tantos e-mails e tão babacas, quanto seus autores talvez um tipo de hacker, ou sei lá o que, que se acham inteligentes, e superiores aos outros e podem tirar uma com a cara de todo mundo que eles sismam...
Coincidência??? seriam eles espiões?? trabalhariam em alguma importante empresa da internet?? foram mausinhos e agora são bonsinhos, mas ainda teriam alguma queda à sacanagem???
Quem pode saber??? guardei na caixa de correspondencia eletrônica todos eles.
Só de sacanagem também. Cambada de filhos da puta!
É que eu mesmo nunca recebi um único real com a publicação deste, e o faço por convicção do que escrevo, e gosto de publicar o que me der na telha.
Mas existem pessoas que supostamente seriam inteligentes, mas ainda muito crus na sua sabedoria, o que defasa em muito suas inteligencias...
Então minha caixa de entrada de e-mail começou a ser invadida por mensagens medíocres, e textos muito longos escritos em ingês que seriam de um Banco africano, onde existiria uma grande soma em depósito de uma certa família que havia morrido em acidente, e esta grana toda poderia ser minha bastando enviar dados para este diretor de banco...
São tantos e-mails e tão babacas, quanto seus autores talvez um tipo de hacker, ou sei lá o que, que se acham inteligentes, e superiores aos outros e podem tirar uma com a cara de todo mundo que eles sismam...
Coincidência??? seriam eles espiões?? trabalhariam em alguma importante empresa da internet?? foram mausinhos e agora são bonsinhos, mas ainda teriam alguma queda à sacanagem???
Quem pode saber??? guardei na caixa de correspondencia eletrônica todos eles.
Só de sacanagem também. Cambada de filhos da puta!
segunda-feira, junho 02, 2008
terça-feira, maio 27, 2008
Subsolo de SP será mapeado!
Prefeitura de SP quer mapear subsolo da cidade Dom, 25 Mai, 09h02
A Secretaria Municipal de Infra-Estrutura Urbana e Obras da cidade de São Paulo, por meio do Departamento de Controle de Uso das Vias Públicas (Convias), pediu ajuda a especialistas americanos para montar um mapa unificado do subsolo de São Paulo. O objetivo é destrinchar o emaranhado de fios e canos que convivem sob as calçadas da cidade. Estima-se que exista algo em torno 100 mil quilômetros de redes de infra-estrutura urbana de mais de 30 empresas prestadoras de serviços - como redes de esgoto, energia elétrica, gás, telefonia, telecomunica-ções e televisão a cabo.
O problema é que a cidade não tem um mapa do seu subsolo, muito menos um sistema para prevenir acidente. "É um quadro perigoso, uma bomba debaixo dos nossos pés, pois as concessionárias como Comgás e Eletropaulo podem atingir umas as redes das outras", alerta Regina Monteiro, diretora do Meio Ambiente e Paisagem Urbana da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb). "Os mapas que a Prefeitura tem são incompletos e velhos." Nas próximas semanas, o governo municipal assinará uma parceria com uma empresa de consultoria sediada nos Estados Unidos para criar uma política de gerenciamento. O valor do contrato é de US$ 150 mil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://br.noticias.yahoo
A Secretaria Municipal de Infra-Estrutura Urbana e Obras da cidade de São Paulo, por meio do Departamento de Controle de Uso das Vias Públicas (Convias), pediu ajuda a especialistas americanos para montar um mapa unificado do subsolo de São Paulo. O objetivo é destrinchar o emaranhado de fios e canos que convivem sob as calçadas da cidade. Estima-se que exista algo em torno 100 mil quilômetros de redes de infra-estrutura urbana de mais de 30 empresas prestadoras de serviços - como redes de esgoto, energia elétrica, gás, telefonia, telecomunica-ções e televisão a cabo.
O problema é que a cidade não tem um mapa do seu subsolo, muito menos um sistema para prevenir acidente. "É um quadro perigoso, uma bomba debaixo dos nossos pés, pois as concessionárias como Comgás e Eletropaulo podem atingir umas as redes das outras", alerta Regina Monteiro, diretora do Meio Ambiente e Paisagem Urbana da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb). "Os mapas que a Prefeitura tem são incompletos e velhos." Nas próximas semanas, o governo municipal assinará uma parceria com uma empresa de consultoria sediada nos Estados Unidos para criar uma política de gerenciamento. O valor do contrato é de US$ 150 mil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://br.noticias.yahoo
segunda-feira, maio 26, 2008
domingo, maio 25, 2008
sábado, maio 24, 2008
quarta-feira, maio 21, 2008
segunda-feira, maio 19, 2008
Pedido de demissão da ex-ministra do meio ambiente:
apacapivarimonos@yahoogrupos.com.br)
"Caro Presidente Lula,Venho, por meio desta, comunicar minha decisão em caráter pessoal e irrevogável, de deixar a honrosa função de Ministra de Estado do Meio Ambiente, a mim confiada por V. Excia desde janeiro de 2003. Esta difícil decisão, Sr, Presidente, decorre das dificuldades que tenho enfrentado há algum tempo para dar prosseguimento à agenda ambiental federal.Quero agradecer a oportunidade de ter feito parte de sua equipe. Nesse período de quase cinco anos e meio esforcei-me para concretizar sua recomendação inicial de fazer da política ambiental uma política de governo, quebrando o tradicional isolamento da área.Agradeço também o apoio decisivo, por meio de atitudes corajosas e emblemáticas, a exemplo de quando, em 2003, V. Excia chamou a si a responsabilidade sobre as ações de combate ao desmatamento na Amazônia, ao criar grupo de trabalho composto por 13 ministérios e coordenado pela Casa Civil. Esse espaço de transversalidade de governo, vital para a existência de uma verdadeira política ambiental, deu início à série de ações que apontou o rumo da mudança que o País exigia de nós, ou seja, fazer da conservação ambiental o eixo de uma agenda de desenvolvimento cuja implementação é hoje o maior desafio global.Fizemos muito: a criação de quase 24 milhões de hectares de novas áreas de conservação federais, a definição de áreas prioritárias para conservação da biodiversidade em todos os nossos biomas, a aprovação do Plano Nacional de Recursos Hídricos, do novo Programa Nacional de Florestas, do Plano Nacional de Combate à Desertificação e temos em curso o Plano Nacional de Mudanças Climáticas.Reestruturamos o Ministério do Meio Ambiente, com a criação da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Serviço Florestal Brasileiro; com melhoria salarial e realização de concursos públicos que deram estabilidade e qualidade à equipe; com a completa reestruturação das equipes de licenciamento e o aperfeiçoamento técnico e gerencial do processo. Abrimos debate amplo sobre as políticas socioambientais, por meio da revitalização e criação de espaços de controle social e das conferências nacionais de Meio Ambiente, efetivando a participação social na elaboração e implementação dos programas que executamos.Em negociações junto ao Congresso Nacional ou em decretos, estabelecemos ou encaminhamos marcos regulatórios importantes, a exemplo da Lei de Gestão de Florestas Públicas, da criação da área sob limitação administrativa provisória, da regulamentação do art. 23 da Constituição, da Política Nacional de Resíduos Sólidos, da Política Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais. Contribuímos decisivamente para a aprovação da Lei da Mata Atlântica.Em dezembro último, com a edição do Decreto que cria instrumentos poderosos para o combate ao desmatamento ilegal e com a Resolução do Conselho Monetário Nacional, que vincula o crédito agropecuário à comprovação da regularidade ambiental e fundiária, alcançamos um patamar histórico na luta para garantir à Amazônia exploração equilibrada e sustentável. É esse nosso maior desafio. O que se fizer da Amazônia será, ouso dizer, o padrão de convivência futura da humanidade com os recursos naturais, a diversidade cultural e o desejo de crescimento. Sua importância extrapola os cuidados merecidos pela região em si, e revela potencial de gerar alternativas de reposta inovadora ao desafio de integrar as dimensões social, econômica e ambiental do desenvolvimento.Hoje, as medidas adotadas tornam claro e irreversível o caminho de fazer da política socioambiental e da economia uma única agenda, capaz de posicionar o Brasil de maneira consistente para operar as mudanças profundas que, cada vez mais, apontam o desenvolvimento sustentável como a opção inexorável de todas as nações.Durante essa trajetória, V. Excia é testemunha das crescentes resistências encontradas por nossa equipe junto a setores importantes do governo e da sociedade. Ao mesmo tempo, de outros setores tivemos parceria e solidariedade. Em muitos momentos, só conseguimos avançar devido ao seu acolhimento direto e pessoal. No entanto, as difíceis tarefas que o governo ainda tem pela frente sinalizam que é necessária a reconstrução da sustentação política para a agenda ambiental.Tenho o sentimento de estar fechando um ciclo cujos resultados foram significativos, apesar das dificuldades. Entendo que a melhor maneira de continuar contribuindo com a sociedade brasileira e o governo é buscando, no Congresso Nacional, o apoio político fundamental para a consolidação de tudo o que conseguimos construir e para a continuidade da implementação da política ambiental.Nosso trabalho à frente do MMA incorporou conquistas de gestões anteriores e procurou dar continuidade àquelas políticas que apontavam para a opção do desenvolvimento sustentável. Certamente, os próximos dirigentes farão o mesmo com a contribuição deixada por esta gestão. Deixo seu governo com a consciência tranqüila e certa de, nesses anos de profícuo relacionamento, termos feito algo de relevante para o Brasil.Que Deus continue abençoando e guardando nossos caminhos.Marina Silva"
"Caro Presidente Lula,Venho, por meio desta, comunicar minha decisão em caráter pessoal e irrevogável, de deixar a honrosa função de Ministra de Estado do Meio Ambiente, a mim confiada por V. Excia desde janeiro de 2003. Esta difícil decisão, Sr, Presidente, decorre das dificuldades que tenho enfrentado há algum tempo para dar prosseguimento à agenda ambiental federal.Quero agradecer a oportunidade de ter feito parte de sua equipe. Nesse período de quase cinco anos e meio esforcei-me para concretizar sua recomendação inicial de fazer da política ambiental uma política de governo, quebrando o tradicional isolamento da área.Agradeço também o apoio decisivo, por meio de atitudes corajosas e emblemáticas, a exemplo de quando, em 2003, V. Excia chamou a si a responsabilidade sobre as ações de combate ao desmatamento na Amazônia, ao criar grupo de trabalho composto por 13 ministérios e coordenado pela Casa Civil. Esse espaço de transversalidade de governo, vital para a existência de uma verdadeira política ambiental, deu início à série de ações que apontou o rumo da mudança que o País exigia de nós, ou seja, fazer da conservação ambiental o eixo de uma agenda de desenvolvimento cuja implementação é hoje o maior desafio global.Fizemos muito: a criação de quase 24 milhões de hectares de novas áreas de conservação federais, a definição de áreas prioritárias para conservação da biodiversidade em todos os nossos biomas, a aprovação do Plano Nacional de Recursos Hídricos, do novo Programa Nacional de Florestas, do Plano Nacional de Combate à Desertificação e temos em curso o Plano Nacional de Mudanças Climáticas.Reestruturamos o Ministério do Meio Ambiente, com a criação da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Serviço Florestal Brasileiro; com melhoria salarial e realização de concursos públicos que deram estabilidade e qualidade à equipe; com a completa reestruturação das equipes de licenciamento e o aperfeiçoamento técnico e gerencial do processo. Abrimos debate amplo sobre as políticas socioambientais, por meio da revitalização e criação de espaços de controle social e das conferências nacionais de Meio Ambiente, efetivando a participação social na elaboração e implementação dos programas que executamos.Em negociações junto ao Congresso Nacional ou em decretos, estabelecemos ou encaminhamos marcos regulatórios importantes, a exemplo da Lei de Gestão de Florestas Públicas, da criação da área sob limitação administrativa provisória, da regulamentação do art. 23 da Constituição, da Política Nacional de Resíduos Sólidos, da Política Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais. Contribuímos decisivamente para a aprovação da Lei da Mata Atlântica.Em dezembro último, com a edição do Decreto que cria instrumentos poderosos para o combate ao desmatamento ilegal e com a Resolução do Conselho Monetário Nacional, que vincula o crédito agropecuário à comprovação da regularidade ambiental e fundiária, alcançamos um patamar histórico na luta para garantir à Amazônia exploração equilibrada e sustentável. É esse nosso maior desafio. O que se fizer da Amazônia será, ouso dizer, o padrão de convivência futura da humanidade com os recursos naturais, a diversidade cultural e o desejo de crescimento. Sua importância extrapola os cuidados merecidos pela região em si, e revela potencial de gerar alternativas de reposta inovadora ao desafio de integrar as dimensões social, econômica e ambiental do desenvolvimento.Hoje, as medidas adotadas tornam claro e irreversível o caminho de fazer da política socioambiental e da economia uma única agenda, capaz de posicionar o Brasil de maneira consistente para operar as mudanças profundas que, cada vez mais, apontam o desenvolvimento sustentável como a opção inexorável de todas as nações.Durante essa trajetória, V. Excia é testemunha das crescentes resistências encontradas por nossa equipe junto a setores importantes do governo e da sociedade. Ao mesmo tempo, de outros setores tivemos parceria e solidariedade. Em muitos momentos, só conseguimos avançar devido ao seu acolhimento direto e pessoal. No entanto, as difíceis tarefas que o governo ainda tem pela frente sinalizam que é necessária a reconstrução da sustentação política para a agenda ambiental.Tenho o sentimento de estar fechando um ciclo cujos resultados foram significativos, apesar das dificuldades. Entendo que a melhor maneira de continuar contribuindo com a sociedade brasileira e o governo é buscando, no Congresso Nacional, o apoio político fundamental para a consolidação de tudo o que conseguimos construir e para a continuidade da implementação da política ambiental.Nosso trabalho à frente do MMA incorporou conquistas de gestões anteriores e procurou dar continuidade àquelas políticas que apontavam para a opção do desenvolvimento sustentável. Certamente, os próximos dirigentes farão o mesmo com a contribuição deixada por esta gestão. Deixo seu governo com a consciência tranqüila e certa de, nesses anos de profícuo relacionamento, termos feito algo de relevante para o Brasil.Que Deus continue abençoando e guardando nossos caminhos.Marina Silva"
domingo, maio 18, 2008
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